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AS MARIAS 2014

cabeça

Na última edição 2014, uma rápida retrospectiva de alguns nomes destacados aqui no blog, independente da época em que nasceram, das profissões que tiveram. Todas são Marias Bonitas.

Uma, foi Lídia, tida como a mais bela cangaceira do Bando Lampião; Enedina, a mais alegre, mas teve morte trágica na Grota de Angico; Anésia Cauaçu, uma baiana valente que criou um bando em 1917. Ela tinha o comando e atirava como poucos homens.

Dulce, a meiga companheira de Criança. Escapou do massacre e morreu há poucos anos. E ainda sobressaíram as que não foram cangaceiras, mas fizeram história pelas suas capacidades, pela coragem e por que não dizer, ousadias? Tudo isso, em séculos passados quando o valor feminino era zero. Cangaceira aqui, tem significado de liderança, pioneirismo, aplauso e reconhecimento.

É o caso de Cristiane de Pisano, pioneira do feminismo no ano de 1429; da potiguar Nísia Floresta, a primeira jornalista do Brasil, em 1810. Hoje, a cidade em que nasceu no Rio Grande do Norte, leva seu nome. A gaúcha Rita Lobato, a nossa primeira médica, em 1879. Convém salientar a contemporânea Shinawatra, na Ásia, que se tornou Primeira Ministra da Tailândia.

E, não poderia deixar de citar Maria Bonita, mulher de Lampião, a primeira mulher a entrar no bando, a cangaceira mais famosa e eterna fonte de inspiração, inclusive deste blog.

Mulheres além do tempo, nomes que a história guardou.

 







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