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DULCE, A SOBREVIVENTE

dulce

Ela aparece aqui, pela terceira vez. Merecidamente. Dulce, mulher de Criança, uma das sobreviventes do Massacre de Angico, em Sergipe, ano de 1938, mora em São Paulo na cidade de Campinas e recentemente, deu entrevista para R7 J Record, falando sobre sua vida e a dos companheiros nas caatingas do Nordeste quase 80 anos depois. Veja – ( http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/sobrevivente-de-emboscada-que).

Hoje, aos 92 anos de idade, lúcida, revela que entrou no Bando de Lampião contra sua vontade levada por Criança. Passou seis anos na vida cangaceira. Conseguiu fugir com seu companheiro ficando escondida na Fazenda do Milho. Casou de novo e foi embora para São Paulo.

A história do Cangaço está a dever a verdadeira importância da mulher nesse movimento que durou anos seguidos em todo Nordeste sendo odiado e temido por uns e aplaudido por tantos. A contradição ainda há.

Poucas ficaram famosas. Existiram aquelas que, mesmo no anonimato, tiveram importância reconhecida pelos historiadores. É o caso de Dulce, a doce companheira de Criança. Assim era chamado João, que entrou no bando quase menino também. Daí, o apelido.







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