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IN MEMORIAM

 

 

O dia vinha  raiando e quase todos dormiam e foram surpreendidos com a rajada das metralhadoras da volante comandada pelo tenente João Bezerra, da PM. Morreram 11, incluindo Maria Bonita, Lampião e sua tropa de elite. Não houve tempo para defesa por parte do bando. Alguns, conseguiram fugir por trás das pedras da Grota de Angico, Sergipe.

E na data de hoje, a cena de terror será lembrada no mesmo lugar, 81 anos depois com uma missa campal, assistida por uma multidão, além de familiares de Lampião. Esta, será a 22ª versão que, a cada ano ganha mais adeptos.

Naquele lugar, Lampião sentia-se seguro devido à localização de difícil acesso, mas uma traição de um coiteiro o grupo foi localizado. Segundo o jornal Noite Ilustrada, do Rio de Janeiro “ o ataque fora repentino e violentíssimo”. Coube ao soldado Panta de Godoy fuzilar Maria Bonita e o outro “macaco” Sebastião Sandes, de Alagoas, (como eram chamados os soldados) dar cabo de Lampião.

Achando pouco, degolaram os 11, e Panta, confessou ter degolado Maria Bonita ainda viva…

Só que essa história não terminou aí, como a polícia queria. A partir daquela data, surgiu o mito Lampião e Maria Bonita para inquietação de muitos… “….a lenda sempre começa\Quando uma história tem fim” (Marcus Accioly).







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