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IRMÃ DULCE, SANFONEIRA

Alguém imagina Irmã Dulce trocando sanfona para detentos em Salvador? A cena acontecia todas as semanas na Penitenciária Coréia,, nos anos 30, quando a Irmã Dulce iniciava seus trabalhos sociais. Além do amor ao próximo,  ela levava comida, remédios e conforto espiritual, caridade, sobretudo. E música também, acreditando que isso ajudava na recuperação dos presos. E, entre os detentos, estava Volta Seca, um dos mais famosos cangaceiros de Lampião. Ele era músico compositor  e foi fácil de aproximar da freira, adianta o jornalista Valber Carvalho que escreve a biografia da irmã Dulce, agora santa.

Volta Seca fora condenado a 145 anos de prisão, mas Irmã Dulce, conseguiu uma redução penal para 20. Entretanto, o cangaceiro foi posto em Liberdade logo depois, através de Indulto de Getúlio Vargas. Ele não poupava elogios a religiosa.

Em 1952 os trabalhos da freira foram proibidos ali, mas continuaram em toda parte sempre levando bondade, fé, ajudas diversas, para os pobres e enfermos. Os desassistidos.

Hoje, Irmã Dulce será canonizada santa, pelo papa, no Vaticano em bela cerimônia. Será a primeira santa brasileira com milagres comprovados pelo Vaticano.

Irmã Dulce, nasceu na Bahia em 1914 e morreu aos 78 anos, em Salvador.







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