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LILI, A ASSANHADINHA

 

Seu nome era Maria Xavier, baiana, nascida no povoado de Juá pertencente a Paulo Afonso e se destacou no Cangaço feminino, pelo seu apetite sexual. Teve vários companheiros no próprio bando, mas nem por isso, era rejeitada ou mal falada. Um caso raro diante das regras cangaceiras. Bem-humorada e gostava das brincadeiras com os ‘meninos”.

Foi companheira do valente Moita Brava, mas antes, “passou uns tempos” com o cangaceiro Lavandeira no Bando de Corisco. E com a morte dele, Lili gostou de Manoel Moreno e se mudou para o Bando de Ângelo Roque onde ficou dois anos. Nesse grupo, conheceu Pó Corante para quem jogou charme.  Tinha encontros furtivos com ele até que um dia, Moita Brava deu um flagra. Matou a companheira com seis tiros. Pó Corante saiu em disparada mata à dentro até esbarrar no grupo de Corisco em busca de proteção.

Dadá, mulher de Corisco, disse que Lili era mesmo “assanhadinha”.







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