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XILOGRAVURA NO CANGAÇO

 

 

A primeira vez que     Maria Bonita apareceu em Xilogravura, foi em 1962, feita pelo Mestre Zoza atendendo pedido do Museu de Artes da Universidade Federal do Ceará. O trabalho ficou em exposição fazendo sucesso. A novidade, despertou atenção dos cordelistas da região que passaram a adotar a nova técnica.

O talho rústico na madeira era perfeito para o Cordel, uma arte que caiu no gosto dos nordestinos e até hoje é sucesso garantido, não se imagina Cordel sem Xilogravura e para o Cangaço, não tem melhor ilustração. Mestre Zoza criou ainda o álbum do casal Maria Bonita –Lampião que trazia a história deles.

A técnica surgiu na China há milênios, mas só chegou no Brasil em 1960, segundo o professor e jornalista Jeová Franklin.

Mestre Zoza era pernambucano de Taquaritinga do Norte e morreu em 1984. Depois dele, outros vieram a ficaram famosos a exemplo de J. Borges, J. Miguel, Marcelo Soares e outros.







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